Quarteto de cordas da OSB
Nikolay Sapoundjiev, violino
Willian Ferreira, violino
Samuel Passos, viola
Emilia Valova, violoncelo

Reconhecida como um dos conjuntos sinfônicos mais importantes da música nacional, a Orquestra Sinfônica Brasileira soma mais de 5 mil concertos ao longo de seus 77 anos de atuação, revelando diversos talentos e promovendo, através de seus projetos educacionais e concertos públicos, a democratização do acesso à cultura. Após um período de dificuldades financeiras, a Fundação OSB anuncia a celebração de importantes contratos de patrocínio com a empresa Brookfield, o Bradesco e com a Nova Transportadora do Sudeste, que leva o crédito de mantenedora.

Fundada em 1940, a Orquestra Sinfônica Brasileira foi pioneira não só na forma de levar a música sinfônica e de concerto para todos os cantos do Brasil e outros países, como também no incentivo à formação de novos talentos e difusão da cultura em território nacional.

Durante 77 anos de trajetória ininterrupta, a OSB revelou nomes como Nelson Freire, Arnaldo Cohen e Antônio Meneses, e teve à frente maestros e compositores brasileiros como Heitor Villa-Lobos, Eleazar de Carvalho, Claudio Santoro, Francisco Mignone e Camargo Guarnieri. Também faz parte de sua história a colaboração de alguns dos maiores artistas do cenário internacional, como Leonard Bernstein, Arthur Rubinstein, Mstislav Rostropovich, Igor Stravinsky, Claudio Arrau, Zubin Mehta, Lorin Maazel e Kurt Masur, dentre muitos outros.

Para celebrar a retomada de suas atividades apresentamos a “Série OSB na Sala Cecilia Meireles” em repertório que privilegia o repertório sinfônico e o camerístico, sobretudo no campo da criação musical brasileira.

Nesta nova fase a Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira celebra a intenção de realizar uma profunda transformação da orquestra com vistas à conquista de seu lugar histórico e relevante como patrimônio cultural e cumprir o seu papel para a cultura da música, formação de valores e sua função social, em retribuição aos recursos que recebe.

PROGRAMA

Heitor Villa-Lobos
Quarteto de Cordas No. 1
-Cantilena (Andante)
-Brincadeira (Allegretto scherzando)
-Canto Lírico (Moderato)
-Cançoneta (Andantino quasi allegretto)
-Melancolia (Lento)
-Saltando como um Saci (Allegro)

[INTERVALO]

Antonin Dvorak
Quarteto para Cordas No. 12, Op. 96, em Fá Maior, “Americano”
-Allegro ma non tropo
-Lento
-Molto vivace
-Finale: vivace ma non tropo

Ingressos à venda em breve na bilheteria da Sala Cecília Meireles ou através do site www.ingressorapido.com.br