Série Popclassic
MPB – A Era dos Festivais
O espetáculo celebra o repertório de ouro da Era dos Festivais, que marcou a geração dos anos 1960.
Sala Cecília Meireles
23 fev sáb 20H
Nina Wirtti, voz
Ingressos à venda na bilheteria da Sala Cecília Meireles ou através do site www.ingressorapido.com.br

MPB – A Era dos Festivais

Edu Krieger, idealização, direção musical, pesquisa, violão e voz
Nina Wirtti, voz
Marcelo Caldi, teclados, acordeão e voz
PC Castilho, sopros e voz
Fabiano Salek, bateria e voz

Sucesso absoluto junto ao público do Rio de Janeiro, tendo realizado mais de 30 apresentações desde a sua estreia, em 2016, atraindo milhares de pessoas nos mais importantes teatros da cidade, o espetáculo MPB – a Era dos Festivais celebra o repertório de ouro da Era dos Festivais, que marcou a geração dos anos 1960. Foi quando o país revelou talentos como Elis Regina, Chico Buarque, Milton Nascimento, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Edu Lobo e vários outros.

Com direção musical do compositor carioca Edu Krieger, a mostra leva ao palco Nina Wirtti, considerada uma “revelação fulgurante” e um dos maiores destaques da nova geração da MPB, em músicas que mantêm sua força no imaginário brasileiro, e oferecem uma resposta de paz e diálogo aos tempos atuais.

Os arranjos são assinados por Marcelo Caldi, um dos mais reconhecidos da nova geração brasileira. O show “MPB – a Era dos Festivais” revela como as letras e melodias desse repertório calam fundo na alma das pessoas, pois são constituintes de nossa identidade cultural. Ao provocar emoção, também evocam diálogo – um diálogo de gerações, pois os artistas presentes no palco são filhos diretos da geração dos anos 1960.

Apesar da diversidade temática das canções, é possível notar um traço comum entre os versos, os quais alude a uma espécie de devir-Brasil, um sentimento tácito de otimismo e luta por um país e uma sociedade mais democrática e igualitária. Em seu nascedouro, a MPB embalou um sonho modernista, de unir o Brasil através de sua cultura, num franco diálogo antropofágico. O caráter político, de protesto e conscientização, também é marca do cancioneiro. Destaca-se ainda a excelência musical dos artistas do espetáculo e o envolvimento afetivo com o universo temático, além das intervenções teatrais, buscando aproximar os vários campos da arte.

Programa

Geraldo Vandré e Theo de Barros | Gilberto Gil | Edu Lobo e Vinícius de Moraes
Disparada, Domingo no Parque, Arrastão

Tom Jobim e Chico Buarque
Sabiá

Geraldo Vandré | Antonio Adolfo e Tiberio Gaspar | Paulinho da Viola
Pra não dizer que não falei de flores, Br-3, Sinal fechado

Luiz Carlos Paraná | Edmundo Souto, Danilo Caymmi e Paulinho Tapajós
Maria, Carnaval e Cinzas, Andança

Chico Buarque
Carolina

Milton Nascimento e Fernando Brant
Travessia

Edu Krieger
Lama sem alma

Sérgio Ricardo
Beto Bom de Bola

Edu Lobo e Capinam
Ponteio

Chico Buarque
Roda Viva

Dori Caymmi e Nelson Motta | Edino Krieger e Vinícius de Moraes | Paulinho Tapajós e Edmundo Souto
Saveiros, Fuga e Antifuga, Cantiga por Luciana

Caetano Veloso
Alegria, Alegria, Proibido proibir

Tom Zé e Rita Lee | Tom Zé
Dois mil e um, São, São Paulo

Caetano Veloso e Gilberto Gil | Jorge Ben
Divino Maravilhoso, Fio Maravilha

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