Sala Orquestras
Orquestra de Sopros da UFRJ E UFRJazz Ensemble
II Simpósio Funarte-UFRJ de Bandas "A HISTÓRIA DO FREVO"
Sala Cecília Meireles
21 nov qui 20H
sobre os músicos

ORQUESTRA DE SOPROS DA UFRJ e UFRJAZZ ENSEMBLE

II Simpósio Funarte-UFRJ de Bandas

“A HISTÓRIA DO FREVO”

ORQUESTRA DE SOPROS DA UFRJ

UFRJAZZ ENSEMBLE

SPOK, saxofone

participação especial: ADELSON SILVA

Júlio Merlino, direção musical UFRJazz

Marcelo Jardim, regência

sobre o evento

Das ruas distantes e dos becos escondidos da Recife do fim do século dezenove e início do século vinte, ecoaram os primeiros acordes do que viria a ser o FREVO incandescente de nossos dias. Pouco mais de cem anos de transformações e amálgama de ritmos marcam a trajetória desse gênero musical que sai do âmbito pernambucano para ganhar o país na década de trinta.

Derivado da mistura de gêneros como a modinha originalmente brasileira (século dezessete), cultivada na Europa e trazida de volta ao Brasil no século dezenove) – da quadrilha de origem francesa, do maxixe – gênero brasileiro autônomo, também chamado “tango brasileiro” – da polca, vinda dos salões europeus, o FREVO é o representante máximo do sincretismo musical de nosso país. Sincopado e brejeiro, seu nome vem diretamente da ‘boca do povo’ que se referia ao ritmo contagiante como “frevura”, desde quando as bandas marciais começaram a invadir as ruas recifenses no século XIX com dobrados, marchas e polcas.

O tempo encarregou-se de transformar não só o ritmo, como também a dança: os capoeiristas deram lugar aos passistas e os pedaços de pau, usados para abrir caminho na multidão e proteger os músicos das bandas, são hoje as leves sombrinhas coloridas.

O enredo musical é o FREVO (que em 2012 recebeu o título de Patrimônio Imaterial da Humanidade), e nosso guia desta noite é SPOK, o Inaldo Cavalcante de Albuquerque, divulgador genuíno dessa expressão cultural de nosso povo, trabalho desenvolvido principalmente através da SPOK FREVO ORQUESTRA. Saxofonista desde os quatorze anos, SPOK divide a autoria dos arranjos do programa com seus não menos dedicados conterrâneos, Maestro Duda, Nilson Lopes e Marco César. Spok recebe como convidado especial a lenda viva da levada do frevo, o maravilhoso baterista Maestro Adelson Silva.

programa

CLARINS – Fanfarra

Arr: Maestro Duda

 

– PASSO DE ANJO – frevo de Rua

Spok/João Lira – Arr: Spok

 

– QUEM SABE – modinha

Carlos Gomes – Arr: Maestro Duda

 

– FREVO EM GOIANA – frevo de Rua

Maestro Duda – Arr: Maestro Duda

 

– OS DOMINGOS NO POÇO – quadrilha

Candido Lira – Arr: Maestro Duda

 

– DIA DE FREVO – frevo de Rua

Maestro Duda – Arr: Maestro Duda

 

– NO CORETO (Polca)

José Ursicino – Arr: Maestro Duda

 

– CAPENGA (Frevo)

Eugênio Fabrício – Arr: Maestro Dua

 

– ODEON – (maxixe)

Ernesto Nazareth – Arr: Maestro Duda

 

– DESCULPE-ME NAZARETH – frevo de Rua

Fernando e Reinaldo de Oliveira – Arr: Maestro Duda

 

– CANHÃO 75 (Dobrado)

Nino Galvão – Arr: Maestro Duda

 

– CANHÃO 75 (Frevo)

Nino Galvão – Arr: Spok

 

– FOLIÃO AUSENTE – frevo de Rua

Sivuca – Arr: Spok/Nilson Lopes

 

– RELEBRANDO O NORTE – frevo de Rua

Severino Araújo – Arr: Maestro Duda

 

– MEXE COM TUDO – frevo de Rua

Levino Ferreira – Arr: Maestro Duda

 

– CABELO DE FOGO – frevo de Rua

Maestro Nunes – Arr: Maestro Duda

 

– COCADA – frevo de Rua

Lorival Oliveira – Arr: Nilson Lopes

Part. Especial – Flayra Ferro

 

– ÚLTIMO REGRESSO – frevo de Bloco

Getúlio Cavalcanti – Arr: Spok

 

– FREVO SANFONADO – frevo de Rua

Sivuca – Arr: Spok/Nilson Lopes

 

– SABE LÁ O QUE É ISSO – frevo Canção

João Santiago – Arr: Spok

Part. Especial – Almir Ávlis

 

– ÚLTIMO DIA – frevo de Rua

Levino Ferreira – Arr: Nilson Lopes

 

– VASSOURINHAS – frevo de Rua

Mathias da Rocha/Joana Baptista – Arr: Spok

 

BIS

 

– É DE FAZER CHORAR – frevo Canção

Luis Bandeira – Arr: Spok/Nilson Lopes

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