Série Sala Orquestras
Orquestra Sinfônica da UFRJ
Sala Cecília Meireles
7 mai qui 19H

Ingressos: R$ 40

Sala Cecília Meireles

Série Sala Orquestras

André Cardoso, regente

Priscila Rato, violino

Sinopse

A Orquestra apresenta, sob a regência de André Cardoso, um programa que celebra a tradição clássica em diálogo com o Brasil e incorpora duas efemérides significativas de 2026: os 270 anos de nascimento de Mozart e os 220 anos do Concerto para Violino de Beethoven, composto em 1806. A abertura de A Flauta Mágica, de Mozart, condensa brilho teatral e engenho contrapontístico; a Sinfonietta N° 1, de Villa-Lobos, presta homenagem ao compositor vienense, filtrando sua elegância formal por uma escrita de timbres e gestos modernamente brasileiros; e o concerto se completa com o Concerto para Violino, de Beethoven, obra monumental em que amplitude sinfônica e lirismo virtuoso se equilibram, tendo como solista Priscila Rato.

Programa

Wolfgang Amadeus Mozart (1756 – 1791)
A Flauta Mágica, K. 620 — Abertura

Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959)
Sinfonietta N° 1 — “Em homenagem a Mozart”

  1. Allegro justo
  2. Andante non troppo

III. Andantino

Intervalo

Ludwig van Beethoven (1770 – 1827)
Concerto para Violino em Ré maior, Op. 61
I. Allegro ma non troppo
II. Larghetto
III. Rondo: Allegro

Biografias

Priscila Rato

Natural do Rio de Janeiro, Priscila Rato é spalla da Orquestra Sinfônica Brasileira e da Orquestra Sinfônica da UFRJ, e mestre pela Universidade Federal da Bahia. Graduou-se pela Escola de Música da UFRJ e aperfeiçoou seus estudos na International Menuhin Music Academy, na Suíça, sob orientação de Maxim Vengerov e Liviu Prunaru. Foi integrante da Camerata Menuhin e da Gstaad Festival Orchestra, realizando concertos pela Europa. Atuou como solista com orquestras como OSESP, OSB, OSBA, OSPA e Petrobras Sinfônica. Foi spalla da Orquestra Sinfônica da Bahia por sete anos e desenvolve intensa atividade como solista e camerista no Brasil.

André Cardoso

Regente formado pela Escola de Música da UFRJ, com mestrado e doutorado em Musicologia pela UniRio, André Cardoso foi vencedor do Concurso Nacional de Regência da Orquestra Sinfônica Nacional em 1994. Atuou à frente de diversas orquestras brasileiras e foi maestro assistente da Orquestra Sinfônica do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Como pesquisador, dedica-se à música brasileira, sendo autor de livros e artigos sobre o tema. Foi diretor da Escola de Música da UFRJ e diretor artístico do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. Atualmente é professor de regência na UFRJ e membro da Academia Brasileira de Música.

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